Inverno em Curitiba faz faturamento de lavanderias de autoatendimento saltar 34,5%

 

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Falta de espaço nos novos apartamentos e busca por economia consolidam mudança de hábito na capital


     O inverno na capital paranaense vem impulsionando os negócios voltados aos serviços essenciais. Um levantamento realizado pela Maria Express, rede de lavanderias de autoatendimento do Grupo Maria, aponta que o faturamento das unidades situadas na capital registrou um salto de 34,5% de janeiro a junho de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado. Nos primeiros seis meses deste ano, as lojas curitibanas atingiram a expressiva marca de 55.935 ciclos de lavagem, movimentando quase R$ 1 milhão na região.

Este faturamento é reflexo direto do clima úmido e frio do Sul, que dificulta a secagem de tecidos no varal doméstico. Diante da falta de sol e do espaço reduzido nas lavanderias dos apartamentos modernos, o consumidor passou a recorrer à estrutura de lavagem comercial para garantir a higienização e a secagem correta de seus itens de vestuário.

Mais do que conveniência, a escolha reflete uma postura sustentável, já que o maquinário de alta tecnologia economiza até 40% de água e energia em comparação ao processo caseiro. O bolso também agradece: com ciclos entre R$ 15 e R$ 25, é possível lavar e secar um cesto de roupas de até 10kg, tornando-se uma solução financeira e logística para as famílias.

"O clima de Curitiba e a verticalização da cidade criaram o cenário perfeito para essa mudança de hábito. Hoje, o morador de apartamento percebe que tentar secar roupas de inverno em espaços reduzidos gera um desgaste desnecessário. Ao migrar para o autoatendimento, ele não busca apenas praticidade, mas sim uma solução econômica e previsível para o orçamento doméstico, poupando água, luz e tempo", analisa André Belarmino, CEO do Grupo Maria.

A expansão local acompanha um movimento consolidado em todo o país. Dados da ANEL (Associação Nacional das Empresas de Lavanderia) indicam que o setor vive uma fase de crescimento acelerado e movimenta cerca de R$ 6 bilhões por ano no Brasil, com destaque para os modelos self-service, que consolidam uma mudança cultural de otimização das tarefas domésticas.


via assessoria

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